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Jovem de Camamu internado com quadro grave precisa com urgência de transferência hospitalar para unidade especializada

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Rhuan está no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, com artrite séptica e trombosevenosa profunda. Famíliaapela por agilidade da regulação

A vida do jovem Rhuan Correia dos Santos, natural de Camamu, está em risco. Internado desde o dia 21 de julho no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, o paciente aguarda, em estado delicado, uma transferência urgente para uma unidade hospitalar com suporte especializado em ortopedia e cirurgia vascular. O diagnóstico: artrite séptica em membro inferior esquerdo e trombose venosa profunda nas veias femoral e poplítea.

Segundo o boletim médico, Rhuan chegou à unidade acompanhado da mãe, apresentando dor intensa e inchaço no joelho esquerdo, sintomas que se iniciaram uma semana antes. Em seu município de origem, ele chegou a passar por uma ultrassonografia que evidenciou sinais inflamatórios nos tendões e tecidos da perna, além da presença de líquido na região articular. Mesmo submetido a punção com retirada de 40 ml de líquido seroso, o quadro clínico evoluiu com piora da dor e limitação dos movimentos.

Sem febre e sem comorbidades prévias, o jovem buscou atendimento na unidade de referência em Itabuna, onde permanece internado sob cuidados médicos. Contudo, o laudo aponta que o hospital não dispõe dos recursos necessários para tratar adequadamente o quadro clínico de Rhuan, que envolve risco de complicações graves, como infecção generalizada e comprometimento vascular.

“O paciente necessita de avaliação com especialistas e realização de procedimentos que ultrapassam os recursos disponíveis nesta unidade hospitalar”, destaca o laudo emitido por equipe médica.

Rhuan é um adolescente saudável, com calendário vacinal em dia, sem histórico de internações anteriores ou alergias. Seu estado, no entanto, exige ação rápida para garantir a preservação de sua mobilidade e de sua vida.

Atualização: Até o fechamento desta reportagem, a transferência hospitalar ainda não havia sido realizada. A família reforça o pedido à Secretaria de Saúde da Bahia e aos gestores do SUS: que o direito à saúde e ao tratamento digno não seja adiado.

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