Imagens e áudios apresentados no “Alô Juca” sugerem que Júlia Britto vendia entorpecentes e medicamentos por aplicativo de mensagens
Novos detalhes sobre o assassinato da jovem Júlia Britto, de 26 anos, vieram à tona nesta terça-feira (15), durante o programa Alô Juca, exibido pela TV Aratu. A vítima, natural de Itabuna, foi executada a tiros no último domingo (13), na localidade conhecida como Estrada da Muriçoca, no Vale dos Lagos, em Salvador.
Segundo uma amiga de Júlia, entrevistada ao vivo no programa, a jovem atuava na venda de entorpecentes e medicamentos através de um aplicativo de mensagens. Imagens e áudios foram divulgados durante o programa, mostrando supostas negociações feitas pela vítima.
No momento do crime, Júlia estaria retornando de uma entrega. De acordo com relatos, ela falava ao telefone quando passou por um veículo Logan branco, estacionado em frente a uma mercearia. O condutor teria abaixado o vidro e disparado diversos tiros. Júlia caiu na via e morreu no local.
A Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia de Homicídios (DHPP), segue investigando o caso. Até o momento, ninguém foi preso. A principal linha de investigação considerava inicialmente a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte), mas com as novas informações, a hipótese de execução ligada ao tráfico não está descartada.
Júlia havia se mudado para Salvador no início deste ano, em busca de melhores oportunidades. Ela trabalhava em uma loja de roupas e tinha o sonho de levar o filho, de sete anos, para morar com ela na capital. A criança permanece com familiares no interior da Bahia.
A repercussão do caso ganhou força nas redes sociais após a exibição do programa. A polícia ainda não confirmou a autenticidade dos conteúdos divulgados, que devem passar por perícia.
Texto com base em informações do blog Verdinho Itabuna e conteúdo exibido no programa Alô Juca, da TV Aratu.





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